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Declaração Anual do MEI
20 de Janeiro, 2016


Todo ano o Micro Empreendedor Individual - MEI deve fazer a Declaração anual de faturamento.
O prazo já começou. Faça sua declaração aqui na ACII. Venha até a Av. Trindade 585, 1º andar, sala 11 ou ligue:(64) 3431-2973
Boas Ideias Para Quem Quer Empreender em 2016
5 de Janeiro, 2016


Difícil. Este foi o adjetivo mais usado pelos especialistas ouvidos por Pequenas Empresas & Grandes Negócios para descrever 2016. “Para os empreendedores, as perspectivas são assombrosas. Nenhum ano desde o início do Plano Real foi tão desfavorável quanto 2015. Infelizmente, não acabará no final deste ano. As características persistirão no ano que vem”, diz Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper. Para quem pensa em começar uma startup, o horizonte também é sombrio. “Acredito que os investimentos em 2016 serão bastante seletivos, principalmente em early stage”, diz Fernando de la Riva, CEO da Concrete Solutions. “O mercado de tecnologia no Brasil deve seguir áreas mais táticas, mais focado em sobrevivência de curto prazo e menos em uma visão do que ainda vai acontecer, como Internet das coisas, impressão 3D e machine learning”, diz Riva.

Mesmo diante de más perspectivas, as oportunidades ainda existem e muitos vão escolher o empreendedorismo em 2016. “Precisamos de empreendedores que mostrem o verdadeiro papel que os negócios podem ter na construção de um País com iguais oportunidades para todos”, diz Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemísia.

Para Alessandro Saade, professor da BSP – Business School São Paulo, é preciso estar preparado para conseguir ter sucesso no próximo ano. “O importante é ter um bom plano estratégico e uma gestão impecável. Monte um canvas, converse com pessoas, pesquise e crie seu plano estratégico de ação”, afirma.

Veja abaixo as indicações de Nakagawa, Riva, Maure e Saade para quem quer começar um negócio em 2016:

Fintech
A associação das palavras finanças e tecnologia resultou no termo fintech, usado principalmente para se referir a startups. Para Riva, esta é uma das áreas que pode crescer no próximo ano, seguindo um movimento que começou em 2015. “Um exemplo é a validação do NuBank, GuiaBolso e ContaAzul no Brasil, que mostra que a desagregação em serviços financeiros que já aconteceu nos Estados Unidos deve chegar ao Brasil em breve”, diz.

Economia compartilhada
Outra área que faz bastante sentido em um contexto de crise é a de economia compartilhada. “O Uber, por exemplo, além de dar respostas para o problema de mobilidade, também ajuda na questão de empregar pessoas que foram expulsas do mercado formal”, diz Riva.

Carreira e emprego
Mais uma vez, é de uma consequência da crise que aparece a oportunidade. O desemprego pode impulsionar negócios ligados à carreira e capacitação. “Ao analisar esse cenário, vemos que existe a oportunidade para startups que ofereçam formação técnica, mas com foco no desenvolvimento de empreendedorismo e competências socioemocionais”, diz Maure.

Negócios com potencial de exportação
O dólar alto abriu novas possibilidades para as empresas com potencial de exportação. “Mercado doméstico desaquecido e dólar alto é a receita ideal para a empresa buscar mercados fora do seu país. Para quem produz ou presta serviços tecnológicos é um prato cheio”, diz Saade. Para Nakagawa, artesanato, pequenas confecções e até serviços de programação “podem ter maiores chances de serem mais exportados com o dólar valorizado”.

Soluções para crise hídrica
A crise hídrica atinge, hoje, boa parte do Brasil. Por isso, soluções para limpeza da água, reaproveitamento e economia serão bem vistas. “A falta de acesso à água encanada e saneamento urbano são responsáveis por aproximadamente 75% do déficit habitacional qualitativo no Brasil. São 11 milhões de pessoas sem acesso à rede de água e 103 milhões sem tratamento de esgoto domiciliar”, diz Maure.

Negócios digitais
Apesar de mais difícil, o mercado digital deve continuar crescendo, especialmente em serviços e apps que agilizem a vida e reduzam o custo de um determinado tipo de serviço. “Não é possível generalizar, mas ainda há espaço para diversas novas soluções digitais móveis”, diz Nakagawa.

Manutenção ou reformas
Se economizar é a ordem do dia, empresas que ajudem na manutenção de bens podem ter sucesso. Ao invés de comprar um item novo, o consumidor deve optar por modernizar ou consertar o que já tem. “Vale para reforma da casa, da loja ou da fábrica, manutenção do carro, do caminhão ou das motos e atualização de softwares e hardwares. Tudo que puder ter a troca postergada”, diz Saade. “Nessa mesma linha, serviços como costureira, sapateiros, armarinhos e afins formam uma cadeia muito similar à das máquinas. O mesmo que as empresas farão com seus equipamentos os consumidores farão com seu patrimônio.”

Soluções mais baratas
Não é preciso ser especialista em economia para entender que, em ano de crise, todo mundo quer gastar menos. Por isso, negócios que permitam economizar estão em alta. “Em 2016, parte da população brasileira continuará a fazer suas escolhas considerando o preço”, diz Nakagawa.

Food trucks
Os food trucks explodiram em 2015 e podem continuar crescendo em 2016. “É um conceito que veio para ficar por trazer, pelo menos na proposta, produtos inovadores com preços razoáveis. A tendência é observar trucks em outros segmentos como comércio e serviços”, diz o professor do Insper.

Microfranquias
O desemprego deve gerar uma onda de novos empreendedores, alguns por necessidade e outros por oportunidade. Com pouco capital, muitos devem escolher o formato das microfranquias. “Com um grande número de profissionais desligados das empresas e poucas novas vagas haverá uma grande procura por franquias de baixo custo. O ponto de atenção é buscar segmentos que o empreendedor conheça”, diz Saade.

 

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Onde Usar o Certificado Digital?
8 de Dezembro, 2015



Onde uso o meu certificado digital?

Os exemplos de uso da certificação digital são múltiplos, tanto na esfera governamental como na privada. Abaixo alguns exemplos do uso de certificados digitais ICP-Brasil:

Governo Federal

Com o objetivo de dar celeridade e segurança aos processos internos ou para prestar informações sensíveis ao cidadão, o Governo Federal brasileiro adotou a certificação em várias iniciativas. Veja alguns exemplos:

Programa Universidade para Todos - PROUNI

Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que concede bolsas de estudo integrais e parciais a estudantes de baixa renda. O sistema é acessado pela instituição de ensino superior por meio de certificado digital.

Programa Juros Zero

Iniciativa da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) está direcionada a empresas inovadoras com faturamento anual de até R$ 10,5 milhões. O Programa oferece financiamentos que variam de R$ 100 mil a R$ 900 mil, corrigidos apenas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para participar do programa as empresas devem possuir certificado digital de pessoa jurídica.

Troca de Informações de Saúde Suplementar - TISS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) implantou a certificação digital para viabilizar o TISS, programa que determina os padrões e as regras para fazer o registro e intercâmbio de dados entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços da área, ou seja, gerenciar a troca de informações que se dá entre os planos de saúde com clínicas, laboratórios e consultórios.

Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI

O certificado digital é usado no cadastramento da Marca via formulário eletrônico e no uso do sistema de Vista Eletrônica de Petições.

ComprasNet

Nesse sistema de compras do Governo Federal, administrado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, todos os pregoeiros utilizam a certificação para encaminhar os processos de compras governamentais feitos na modalidade pregão eletrônico.

Sistema de Diárias e Passagens

Para dar maior agilidade e segurança na aquisição de passagens e no pagamento de diárias dos servidores públicos, foi implantado sistema informatizado sem a necessidade de tramitação de documento em papel. A certificação é usada para dar transparência ao processo e permitir a identificação inequívoca da autoridade que autorizou a despesa.

Serviço de Documentos Oficiais - SIDOF

Tramitação de documentos oficiais entre os Ministérios e a Casa Civil da Presidência da República com uso do certificado digital, eliminando papel e dando celeridade ao processo.

Receita Federal

Um dos órgãos federais que mais faz uso da certificação é a Secretaria da Receita Federal do Brasil como alternativa para dar agilidade e comodidade ao contribuinte, sem deixar de garantir o sigilo fiscal estipulado por lei. Conheça algumas iniciativas:

- Central Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) - oferece consulta da situação fiscal dos contribuintes, prestação de contas, procuração eletrônica, entre outros;

- Registro de operações e prestação de impostos federais, como: DCTF, DIRPF, DIRPJ, PAF (SRF/MF);

- Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) - a escrituração fiscal das empresas de todos os portes devem ser enviadas para o fisco por meio de arquivos eletrônicos validados com a certificação digital. Já o SPED Contábil disponibiliza um programa no qual o Livro Diário é importado, assinado digitalmente pelo representante legal e pelo contador;

- Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) tem o objetivo de facilitar a vida do contribuinte e as atividades de fiscalização sobre operações e prestações tributadas pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os estabelecimentos estão implantando o documento fiscal eletrônico e, assim, substituindo a emissão do documento fiscal em papel.

Sistema de Pagamentos Brasileiro - SPB

Gerencia o processo de compensação e liqüidação de pagamentos por meio eletrônico, interligando as instituições financeiras credenciadas ao Banco Central do Brasil. Utiliza certificados digitais da ICP-Brasil para autenticar e verificar a identidade dos participantes em todas as operações realizadas.

Sistema do Banco Central do Brasil - Sisbacen

O Sistema de Informações do Banco Central é um conjunto de recursos de tecnologia da informação, interligados em rede, utilizado pelo Banco Central na condução de seus processos de trabalho. A certificação digital é utilizada na autenticação de remessa de informações das empresas com capital estrangeiro para o Banco Central.

Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX

Instrumento informatizado, por meio do qual é exercido o controle governamental do comércio exterior brasileiro. Promove a integração das atividades de todos os órgãos gestores do comércio exterior, inclusive o câmbio, permitindo o acompanhamento, orientação e controle das diversas etapas do processo exportador e importador. O acesso ao sistema pode ser feito com certificado digital.

Governo Estadual e Municipal

Várias prefeituras estão em processo de implementação do certificado digital. Destaca-se a utilização da tecnologia em pregões eletrônicos de São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais, no Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (DETRAN/MG) e na Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB/SP). Além disso, alguns estados, como o de São Paulo, estão implantando o Diário Oficial Eletrônico, tando maior rapidez à publicação e consulta das matérias legais, bem como reduzindo os custos de impressão.

Sistema Jurídico

A Lei 11.419/2006 regulamentou o processo eletrônico no Judiciário, que tem demonstrado agilidade na implantação de alternativas que viabilizem o acesso às cortes pelo meio eletrônico, bem como, simplificam e reduzem custos processuais. As entidades que se relacionam com a área jurídica também aderiram a esse esforço. Veja alguns exemplos:

- O TRT da 4ª Região foi a primeira instituição do Judiciário a disponibilizar para advogados de todo o País o Sistema de Peticionamento Eletrônico (SIPE) com certificação digital, permitindo o envio eletrônico de petições e eliminando o uso de papel. Nesse tribunal, também, foi implantado o e-JUS, responsável pela informatização das sessões de julgamento, eliminando o papel antes, durante e depois dos julgamentos.

- Os Tribunais de Justiça de São Paulo, do Paraná, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul são exemplos de órgãos do Judiciário que implantaram iniciativas que dispensam o uso de documentos em papel em várias etapas do processo. Ao utilizar a certificação digital essas unidades conseguiram garantir a tramitação e despacho dos processos com segurança e agilidade.

- O Superior Tribunal de Justiça - STJ, também, está apto a receber por meio eletrônico, petições referentes a processos de competência originária do presidente do Tribunal, aos habeas-corpus (HC) e aos recursos em habeas-corpus (RHC).

-Diário da Justiça On-line tem se tornado uma prática em vários estados. Essa iniciativa permite que o cidadão verifique a autenticidade das informação, garantindo, também, que o texto não foi alterado indevidamente.

- Cartório Eletrônico

Certidão de protesto; Registro Civil (certidão de nascimento, de casamento, de óbito); Certidão de Registro; Registro de Imóveis; Tabelionato de Notas (certidão de escritura e de procuração).

FGTS - Desde 2 de maio de 2011, o canal Conectividade Social pode ser acessado com a utilização da certificação digital ICP-Brasil. O Conectividade Social é o canal de comunicação entre a CEF e as empresas que recolhem Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O uso do canal Conectividade Social é obrigatório para transmissão do arquivo SEFIP e requer a certificação digital da empresa que o utiliza.

Compe por Imagem - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) adotou o sistema de compensação digital por imagem, que consiste em agilizar e padronizar o prazo de compensação dos cheques. Desde então, cheques de até R$ 299,99 serão compensados em dois dias e os acima desse valor, em um dia.

Outras iniciativas

- Carteiras de identidade profissional
Os advogados, médicos, corretores, arquitetos e contadores possuem carteiras de identidades profissionais, emitidas pelos respectivos órgãos de classe, com certificado digital, o que permite a esses profissionais a execução de inúmeras atividades com segurança e sem a necessidade de se deslocar fisicamente.

-Correio Eletrônico(e-mail)
Garante a identidade do emissor, a integridade e a inviolabilidade do conteúdo da mensagem enviada.

-Micro e Pequenas Empresas
Com o e-CPF Simples, as micro e pequenas empresas podem comprovar a identidade no meio virtual, realizar transações comerciais e financeiras com validade jurídica e trocar mensagens eletrônicas com segurança e agilidade. Também permite às empresas comprar e vender pela Internet, participar de pregões eletrônicos, fornecer ao Estado, fechar negócios e contratos de câmbio, entre outros benefícios.

Fonte: www.iti.gov.br

ACII é o Correspondente do Goiás Fomento em Itumbiara
9 de Novembro, 2015





Foi realizado em Goiânia, no dia 04 de novembro, o I Curso de Capacitação dos Correspondentes de Crédito da GoiásFomento, com  palestras do diretor de operações Álvaro Fonseca e dos  coordenadores  de atendimento , Nelma Gomes , de análise técnica, Jucelice Silva e de informática , Luiz Sardinha.   Para o diretor Álvaro Fonseca o número de inscrições por parte das entidades cadastradas superou as expectativas. " Foram 90 participantes, que a partir dessa semana já estarão aptos a realizar atendimentos por parte da GoiásFomento em seus municípios, facilitando  muito o processo dos tomadores de empréstimos".

A Associação Comercial e Industrial de itumbiara - ACII, se fez representar enviando a colaboradora Jane Junqueira e o tesoureiro Marcelo Rodrigues.  

As linhas de crédito são essas:

CRÉDITO RURAL

Recursos financeiros para investimentos fixos ou semifixos, benfeitorias, maquinário e implementos agrícolas, formação de florestas, reforma de pastagem e custeio associado.

AUTÔNOMOS

Financiamento para aquisição de veículo de transporte de passageiro na modalidade de taxi, mototaxi, transporte escolar, transporte de gás e feirantes

EMPRESA

Crédito para investimentos fixos para aquisição de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, veículos, obras civis e demais investimentos que estejam de acordo com o objeto social da empresa. Crédito para capital de giro voltado para aquisição de mercadorias, insumos ou produtos, que visem a ampliação do volume de vendas para comércio, indústria e serviços.

INOVAÇÃO

Financiamento para desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores, ou na melhoria dos existentes, e para inovação em marketing e organizacional das empresas.

LINHAS ESPECIAIS

Linhas de crédito com condições especiais para investimentos fixos/mistos ou capital de giro puro com abrangência em todo território goiano.

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

Apoio ao Empreendedor Individual com financiamentos para investimentos fixos ou capital de giro voltados para aquisição de máquinas, equipamentos, móveis, utensílios e capital de giro

Interessados devem procurar a secretaria da ACII, situada á Av. Trindade, 585, sala 11 ou ligar para (64) 3431-2973

Congresso das Associações Comerciais da Federação
5 de Outubro, 2015

Foto: internet

2º Fórum CACB Mil e Congresso Empresarial da Facisc, que congrega cerca de 1.200 empresários e representantes de associações comerciais,
foi realizado em Florianópolis - SC de 27/09 a 29/09/2015.


Em discurso de abertura do maior evento empresarial promovido pela CACB e pela Facisc, o presidente José Paulo Dornelles Cairoli falou sobre um dos temas mais discutidos no Brasil recentemente: ética.
A definição de ética vem do grego ethos, que significa caráter, modo de ser de uma pessoa. “É um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social”, explicou.
Segundo Cairoli, ética vai muito de palavras, é preciso tomar atitude. “Não bastam os discursos. É preciso agir responsavelmente”, disse categoricamente. “A ética define o mundo e nossas vidas. Temos um compromisso, neste momento, de combater a falta de ética, especialmente pelos males que ela causa, diretamente no coletivo. Foi por esta razão que escolhemos este tema para ser debatido neste encontro anual das entidades ligadas à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil. Nosso encontro já tem a tradição de aproximar as pessoas, promover uma troca de experiências, ampliar o conhecimento e plantar a semente de agirmos sempre para sermos melhores”, afirmou.
Para o presidente da CACB, os gestores públicos precisam transformar os recursos captados dos contribuintes, por meio de impostos em benefícios, coletivos. “Eles devem retornar à sociedade como formação, através de uma educação com qualidade, através de um bom atendimento na saúde, com tratamento igualitário e respeitoso, com um serviço de segurança que nos permita ir e vir sem medo pelo que a falta de ética construiu.”
De acordo com Cairoli, o atual modelo econômico não tem mais serventia e é necessário ficar atento para saber se há uma nova agenda sendo gestada. “Não podemos mais manter a ilusão de que o Estado é capaz de gerar riquezas e que o setor privado deve assumir um papel secundário na economia. Não deu certo.”
O presidente da CACB criticou a política fiscal adotada pelo governo, classificando-a como “desastrosa”, lembrando as investigações sobre corrupção e a atual “crise política de grandes proporções”.  Mas encerrou o discurso incentivando a esperança na ética como caminho para o desenvolvimento. “Tenho certeza de que, a partir de um jeito ético de seguir em frente, sem colocar nada embaixo do tapete, chegaremos ao crescimento sustentado e à justiça social”, finalizou.
Também discursaram na abertura do evento o diretor do Sebrae Nacional, José Cláudio dos Santos; o presidente da Facisc, Ernesto João Reck; e o diretor de micro e pequenas empresas do Banco do Brasil, Ilton Luís Schwaab.

A jornalista Míriam Leitão encerrou a primeira noite falando aos empresários sobre a conjuntura econômica do Brasil e as perspectivas para o futuro.
O 2º Fórum CACB Mil e o Congresso Empresarial da FACISC conta com apoio do Sebrae/SC e patrocínio do Sebrae Nacional

O presidente da ACII, Washington Lauro Cardoso - Lauro Ferrão esteve presente e participou de todas palestras e debates relevantes.